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Facilities hospitalar: manutenção e obras em ambientes de saúde

Ambiente de saúde não fecha para reforma e não admite improviso. Executamos manutenção e obras em hospitais, clínicas e laboratórios com aderência à RDC 50 da ANVISA, controle de infecção e planejamento feito para conviver com a assistência ao paciente.

Obra em unidade em funcionamento

A diferença entre uma obra hospitalar e qualquer outra está no que acontece do lado de fora do tapume. Poeira em corredor de área crítica, vibração em bloco cirúrgico e interrupção não avisada de gases medicinais não são incômodos — são risco assistencial.

  • Barreira rígida com controle de particulado e pressão negativa na frente de obra
  • Programação de serviços ruidosos fora de horário assistencial crítico
  • Rota segregada de material e entulho, sem cruzar fluxo de paciente
  • Plano de contingência acordado com a CCIH antes do início
  • Interrupções de utilidades programadas e comunicadas com antecedência

Áreas críticas e a RDC 50

A RDC 50 classifica os ambientes por criticidade e define exigências de acabamento, ventilação, dimensionamento e fluxo. Isso significa que a escolha do rodapé, do rejunte e do sentido de abertura da porta deixa de ser preferência estética e passa a ser requisito. Executamos centro cirúrgico, CME, UTI, laboratório, isolamento e diagnóstico por imagem com esse critério, incluindo blindagem quando aplicável.

Sistemas que não podem falhar

Gases medicinais, climatização de área crítica, energia de emergência e água tratada compõem a infraestrutura da qual a assistência depende diretamente. A manutenção desses sistemas exige registro rastreável, periodicidade documentada e resposta emergencial com prazo contratado — é o que a vigilância sanitária cobra e o que a acreditação verifica.

O que você recebe

  • Plano de manutenção segmentado por criticidade de área
  • Registros no padrão exigido por vigilância sanitária e processos de acreditação
  • Plano de obra validado com a CCIH e a engenharia clínica
  • Equipe treinada em controle de infecção e circulação em ambiente assistencial
  • Atendimento emergencial com prazo de resposta em contrato

Perguntas frequentes

Dá para reformar uma ala com o hospital funcionando?

É como a maior parte das obras hospitalares acontece. O que viabiliza é o planejamento prévio com a CCIH e a engenharia clínica: barreira, controle de particulado, rota de material e sequenciamento por etapas que preservam a operação da unidade vizinha.

O que é a RDC 50 e por que ela afeta a obra?

É a resolução da ANVISA que estabelece o regulamento técnico para planejamento e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos de saúde. Ela determina desde o dimensionamento mínimo de ambientes até requisitos de acabamento e ventilação por classe de criticidade. Projeto fora da RDC 50 não é aprovado pela vigilância sanitária.

Vocês fazem manutenção de equipamento médico?

Não. Equipamento médico-assistencial é engenharia clínica, especialidade distinta e com regulação própria. Cuidamos da infraestrutura predial que sustenta esse equipamento: instalações, climatização de área crítica, gases medicinais, energia e a parte civil.

Atendem clínicas e laboratórios, ou só hospitais?

Atendemos toda a rede de saúde: clínicas, laboratórios de análises, centros de diagnóstico por imagem e unidades de pronto atendimento. A lógica de área crítica e controle de infecção é a mesma, em escala diferente.

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